Bruce Springsteen & The E Street Band - Hammersmith Odeon, London '75
Ia eu já a meio de um post para o blog, em que enunciava aquele que considerava o melhor concerto que já tinha visto, quando uma das prendas de Natal me contrariou e me obrigou a recomeçar tudo do início.
O que Springsteen e a E Street Band fizeram naquela noite em Londres foi algo quase sobrehumano. É ver 7 homens em palco, a tocarem como se não houvesse amanhã, pegando em músicas que já de si são fenomenais em estúdio e transformando-as em verdadeiras obras-primas. A maneira como visitam "Thunder Road", só com piano, "Kitty's Back" com cada elemento da banda a ter o seu momento para brilhar ou "Quarter To Three" para fechar o concerto em beleza com uma explosão em energia é verdadeiramente contagiante, diferente de qualquer outra coisa que eu vira.
Com ou sem guitarra, com ou sem harmónica, Bruce Springsteen é um dos vocalistas com melhor presença em palco da história. A maneira como ele vibra com cada nota, a maneira como ele canta cada palavra, a sua interacção com a banda... Springsteen é fenomenal, um dos melhores artistas à face da Terra.
Os seus duelos de guitarra com Steven Van Zandt durante o concerto são muito bons, criando alguns momentos especiais a meio das músicas. Van Zandt tem também no Hammersmith uma exibição da sua categoria como guitarrista, tal como o baixista, Garry W. Tallent. Os três instrumentos de cordas presentes na banda criam magia em palco.
O talentoso baterista Max Weinberg dá ao seu instrumento uma nova vida, enquanto no piano e no órgão, Roy Bittan e Danny Federci exibem a sua mestria, colorindo as músicas com melodias fantásticas.
E, por fim, o inevitável saxofone de Clarence Clemons, "The Big Man", imprescindível na música de Springsteen. Com os seus solos e sua parte nas músicas, Clemons dá um toque especial ao concerto, ajudando a criar a magia de que falei aquando do trio de cordas.
"Detroit Medley", "Born To Run", "Backstreets", "Jungleland", "Tenth Avenue Freeze-Out", "Spirit In The Night", "For You". Estas e muitas outras performances são memoráveis neste concerto. A força destas músicas, os improvisos a meio incapazes de deixar quem quer que seja indiferente, quase que nos puxando para nos mexermos ou remetendo-nos ao silêncio enquanto Springsteen viaja pelo mundo que as suas letras retratam, conforme a canção, é impressionante.
O que mais custa mesmo é o fim do concerto. Quando Max Weinberg dá o último toque na bateria, tudo o que apetece é recomeçar o DVD e ver tudo de novo. Quando o concerto começa, parece que entramos num estado de transe, do qual só acordamos duas horas depois.
Absolutamente recomendado para os fãs de Bruce Springsteen ou qualquer pessoa que goste de ouvir boa música. 10 em 10.
Com ou sem guitarra, com ou sem harmónica, Bruce Springsteen é um dos vocalistas com melhor presença em palco da história. A maneira como ele vibra com cada nota, a maneira como ele canta cada palavra, a sua interacção com a banda... Springsteen é fenomenal, um dos melhores artistas à face da Terra.Os seus duelos de guitarra com Steven Van Zandt durante o concerto são muito bons, criando alguns momentos especiais a meio das músicas. Van Zandt tem também no Hammersmith uma exibição da sua categoria como guitarrista, tal como o baixista, Garry W. Tallent. Os três instrumentos de cordas presentes na banda criam magia em palco.
O talentoso baterista Max Weinberg dá ao seu instrumento uma nova vida, enquanto no piano e no órgão, Roy Bittan e Danny Federci exibem a sua mestria, colorindo as músicas com melodias fantásticas.
E, por fim, o inevitável saxofone de Clarence Clemons, "The Big Man", imprescindível na música de Springsteen. Com os seus solos e sua parte nas músicas, Clemons dá um toque especial ao concerto, ajudando a criar a magia de que falei aquando do trio de cordas.
"Detroit Medley", "Born To Run", "Backstreets", "Jungleland", "Tenth Avenue Freeze-Out", "Spirit In The Night", "For You". Estas e muitas outras performances são memoráveis neste concerto. A força destas músicas, os improvisos a meio incapazes de deixar quem quer que seja indiferente, quase que nos puxando para nos mexermos ou remetendo-nos ao silêncio enquanto Springsteen viaja pelo mundo que as suas letras retratam, conforme a canção, é impressionante.
O que mais custa mesmo é o fim do concerto. Quando Max Weinberg dá o último toque na bateria, tudo o que apetece é recomeçar o DVD e ver tudo de novo. Quando o concerto começa, parece que entramos num estado de transe, do qual só acordamos duas horas depois.
Absolutamente recomendado para os fãs de Bruce Springsteen ou qualquer pessoa que goste de ouvir boa música. 10 em 10.
